Chegou o nosso momento de respiro! Vamos nos inspirar de 18 de dezembro a 7 de fevereiro! Nos vemos em 2022!
protagonismo negro + lgbtqia+ + feminino + democracia + gastronomia social + saúde + espiritualidades + educação + masculinidades + cultura + sociedade + filosofias + comportamentos + esporte + pais e filhos
Porte Vida e Não Armas
Como diria Mestre Shinran, “dadas as causas e condições e se meu karma permitisse, eu poderia matar mil pessoas”. Então, quem é o “cidadão de bem” empunhando uma pistola?
Vou te contar ...
Vocês sabiam que Tom Jobim nasceu pelas mãos do mesmo obstetra que dez anos antes trouxe ao mundo Noel Rosa?
Entre o desejo e as coisas que não têm preço
Eu proponho essas três fontes (desejo, informação e conhecimento) para montarmos os nossos critérios de escolha. Minhas hipóteses filosóficas a informação e o conhecimento não garantem uma escolha. O desejo é sempre mais poderoso!
Os benefícios da homeopatia no tratamento das doenças Infantis
O pensamento é sempre sufocar a doença. Quando o pensamento deveria ser: por que adoeceu a criança?
A revolução trans está só começando...
Estamos num ano de extremismos e retrocessos evidentes! Mesmo assim só nos torna mais fortes para nossa luta: viramos filmes, somos vereadoras, emplacamos projetos de inclusão e é só o começo!
A vulnerabilidade na saúde indígena: o que precisamos entender para alcançar a equidade?
Então, a minha provocação é para refletirmos se, mesmo havendo aparentes semelhanças entre algumas comunidades indígenas e não indígenas, podemos realmente usar essas semelhanças em detrimento das diferenças? No meu ponto de vista, desconsiderar as diferenças violaria o princípio da equidade, tão estimado pelo nosso Sistema Único de Saúde.
O brilho no olhar que nos salvará
Vamos permitir que nossos próprios olhos brilhem sempre, e que possamos estar abertos para enxergar esta simples manifestação de vida nos olhares alheios. São eles que irão nos salvar da desesperança e da indiferença.
A guerra civil brasileira
Também somos um país que viveu a maior parte da sua existência como colonizados. E, com a nossa descolonização, também herdamos burocracias e instituições que se mantiveram (e ainda se mantém) nas mãos das mesmas famílias descendentes dos europeus.